História Oral - 7º Episódio

Vítor Faria iniciou o seu percurso no escutismo no Agrupamento 57 da Amadora, ainda adolescente, atraído pelo espírito de aventura, camaradagem e aprendizagem prática. Entrou como explorador e percorreu todas as etapas de progressão, num contexto exigente, marcado pelo aprender fazendo e pela formação de carácter, afirmando o escutismo como espaço autónomo de educação, serviço e liberdade num período de fortes desafios sociais e políticos. O seu envolvimento levou-o a assumir funções de dirigente a nível local, regional e nacional, destacando-se como Secretário Nacional Financeiro e Chefe Nacional do CNE. Contribuiu decisivamente para a consolidação financeira e institucional da associação, com destaque para a criação da campanha nacional do calendário e para o desenvolvimento do Campo Nacional de Atividades Escutistas, na Idanha, tendo estado também ligado à Fraternidade Álvares Pereira, com o cargo de Presidente. Mesmo após deixar funções nacionais, manteve-se ligado ao CNE.