(Lou Zheng Apotheosis Ascensão de Um Mortal @OfficialDD4

🎤 “Ascensão de um Mortal” (Intro – lento, grave) Yeah... Do fundo ao topo, sem atalhos... Quando o mundo te chama de lixo… Você responde virando lenda. (Verso 1) Nascido na lama, destino selado Chamado de fraco, sangue amaldiçoado Clã virou cinza, passado apagado Mas dentro do peito um poder guardado Corrente nos pulsos, mente em guerra Cada cicatriz me conecta à terra Pisaram meu nome, cuspiram na honra Mas quem cai no inferno aprende a ir embora Treino na dor, evolução na raiva Cada derrota minha alma lapida Olhar frio, respiração contida Transformo fraqueza em nova subida Eles riem do pobre, ignoram o caos Mas eu vejo padrões, decifro os sinais O mundo é um tabuleiro, cheio de leis Quem domina energia, domina os reis (Pré-Refrão) E eu não paro… mesmo quando sangro Cada queda me faz mais alto O céu não é limite, é só mais um passo (Refrão) Eu vou subir, quebrando os céus De mortal a divino, rasgando os véus Se o destino me odeia, eu reescrevo ele Minha vontade é lâmina, corta e fere Eu vou além, ninguém vai parar Meu nome ecoa quando eu lutar Da queda ao trono, eu fiz meu caminho Apotheosis… eu não tô sozinho (Verso 2 – mais agressivo) Sistema corrupto, regras quebradas Clãs manipulam verdades seladas Mas eu vejo além dessas grades douradas Ilusão pra manter as massas caladas Cada técnica absorvida na mente Refino meu corpo, cultivo o presente Energia flui quente, ardente Transformo o impossível em evidente Subestimado? sempre fui Agora observa o que evolui O fraco que ignora vira rei Quando aprende o poder que possui Traição moldou meu caráter Confiança virou estratégia Não espero justiça do mundo Eu mesmo escrevo minha própria régua (Ponte – melódico, reflexivo) E se eu cair… eu levanto mais forte A morte me olha, eu mudo a sorte Não é só poder… é entender Que o verdadeiro topo é transcender (Refrão) Eu vou subir, quebrando os céus De mortal a divino, rasgando os véus Se o destino me odeia, eu reescrevo ele Minha vontade é lâmina, corta e fere Eu vou além, ninguém vai parar Meu nome ecoa quando eu lutar Da queda ao trono, eu fiz meu caminho Apotheosis… eu não tô sozinho (Verso 3 – épico, construção final) De energia básica ao nível supremo Cada estágio vencido, domínio extremo O cosmos responde quando eu me movo De escravo esquecido ao juiz do povo Dimensões quebram com meu avanço Tempo desacelera no meu alcance Olhos brilham, aura consome Agora entendem o peso do meu nome Não é só força, é consciência Entender a própria existência Que o universo é expansão E eu sou parte da essência Rompendo limites, quebrando barreiras Além dos deuses, além das fronteiras Se tentam me parar, viram poeira Porque minha vontade é verdadeira (Break – silêncio + impacto) Eu não pedi poder… Eu conquistei. (Refrão Final – mais intenso) Eu vou subir, quebrando os céus De mortal a divino, rasgando os véus Se o destino me odeia, eu reescrevo ele Minha vontade é lâmina, corta e fere Eu vou além, ninguém vai parar Meu nome ecoa quando eu lutar Da queda ao trono, eu fiz meu caminho Apotheosis… agora eu sou destino (Outro – calmo, finalizando) Do nada ao infinito… Da dor ao absoluto… Quando tudo dizia “fim”… Eu virei… o começo de tudo.