Gilberto e Gilmar - A Cruz Que Carrego

Ouçam #acruzquecarrego com #gilbertoegilmar em todas as plataformas musicais: https://onerpm.link/ACruzQueCarrego Se inscreva no canal e ative o sino de notificações para não perder nenhum lançamento! __________ Apresentação: Gilberto e Gilmar dão nova vida a um dos maiores sucessos de Evaldo Braga, um ícone da música popular brasileira dos anos 70. Com interpretação emocionante e fiel à essência original, a dupla traz à tona toda a dor, intensidade e entrega contidas em “A Cruz que Carrego”. Essa canção, marcada pela poesia do sofrimento e pela força da emoção, agora ganha novos acordes e um toque especial da dupla, que mantém viva a memória de Evaldo Braga e reafirma sua missão de homenagear grandes clássicos da nossa música. Prepare-se para reviver sentimentos profundos e se emocionar com cada verso. Shows : 11 99601-3653 Se inscreva no canal e ative o sino de notificações para não perder nenhum lançamento! Redes Sociais: YouTube ||    / gilbertoegilmaroficial   Instagram ||   / gilbertoegilmar   Facebook ||   / gilbertoegilmar   X || http://www.x.com/gilbertoegilmar Tik ToK ||   / gilbertoegilmar   Spotify || https://artists.spotify.com/c/artist/... A Cruz Que Carrego (Letra) Composição: Isaias Souza Sinto que é grande a tristeza Intenso o inverno O meu destino cruel Me expõe ao inferno Em nada mais posso crer Para mim nada existe Somente eu sei dizer Porque vivo tão triste Sinto a cruz que carrego, bastante pesada Já não existe esperança, do amor que morreu Há solidão, amargura, desprezo e mais nada Vou amargando a sorte, que a vida me deu Vou caminhando tão triste Na noite escura Meu coração vai sofrendo Minh'alma murmura Quem de amor me chamava Na hora da ceia Quem de mim tanto gostava Agora me odeia Sinto a cruz que carrego, bastante pesada Já não existe esperança, do amor que morreu Há solidão, amargura, desprezo e mais nada Vou amargando a sorte, que a vida me deu Sinto a cruz que carrego, bastante pesada Já não existe esperança, do amor que morreu Há solidão, amargura, desprezo e mais nada Vou amargando a sorte, que a vida me deu