PRÊMIO MAESTRIA DE TERREIRO

Participar do Prêmio Maestria de Terreiro representa muito mais do que uma premiação. Para lideranças, ogãs, alabês e guardiões da ancestralidade como Pegigan Alan Oliveira, do Ilê Axé Araká, esse reconhecimento fortalece a memória, a resistência e a valorização da cultura afro-brasileira. O prêmio foi criado para reconhecer mestres e mestras dos povos tradicionais de matriz africana que dedicam suas vidas à preservação dos saberes ancestrais, dos toques, cânticos, oralidade, culinária sagrada e das tradições do terreiro. � Igbá Agência · 1 No caso do Ogã e Pegigan Alan Oliveira, participar de uma premiação dessa dimensão significa: Valorizar a importância do toque sagrado dentro do candomblé; Fortalecer a história cultural do Ilê Axé Araká; Dar visibilidade ao trabalho desenvolvido em Salvador e nas comunidades tradicionais; Preservar conhecimentos transmitidos pela ancestralidade; Combater a intolerância religiosa através da cultura e da educação; Inspirar a juventude negra a reconhecer suas raízes e identidade cultural; Mostrar que o terreiro também é espaço de arte, comunicação, resistência e patrimônio cultural. Os editais ligados às tradições de terreiro vêm reforçando que os povos de matriz africana são guardiões fundamentais da identidade cultural brasileira e da preservação do patrimônio imaterial do país. � Serviços e Informações do Brasil · 2 Além do reconhecimento financeiro, o Prêmio Maestria de Terreiro promove respeito, visibilidade e fortalecimento das comunidades tradicionais, reconhecendo ogãs, alabês e lideranças como pilares da continuidade espiritual e cultural do povo negro no Brasil. � Igbá Agência · 1 Uma apresentação institucional sobre o tema poderia finalizar com a seguinte mensagem: “Participar do Prêmio Maestria de Terreiro é reafirmar o compromisso com a ancestralidade, com a preservação dos saberes sagrados e com a resistência cultural do povo de axé. O toque, a palavra e a tradição mantêm viva a história dos nossos ancestrais.”