Infindando - Prisioneira da saudade

Há memórias que não pesam; elas iluminam. Esta canção nasce do reconhecimento de que a saudade, quando bem compreendida, não é um fim, mas um farol — um ensinamento silencioso sobre a beleza de ter vivido o que agora guardamos como legado. Na origem da música está uma trova original escrita por Aparecida Gianello, preservada em sua essência e ampliada em forma de letra. A melodia e os arranjos foram construídos com apoio de inteligência artificial, como caminho para transformar a mensagem em som. Infindando é um projeto de criação e interpretação. Aqui, o som não é o fim — é o meio. 🎧 Ouça, interprete, sinta. 📝 LETRA: Prisioneira da saudade Luzes da cidade ficam para trás, Sombras no espelho tentam me alcançar. Sua jaqueta no banco está, Pronta para me acompanhar. O rádio toca a mesma canção, Alimentando a minha solidão. Na neblina, o vento traz a sua voz... E eu corro contra o tempo pelo que sobrou de nós! Prisioneira da saudade, Vivo eterna provação, À procura da metade Que me falta ao coração! Sem você o mundo para, O horizonte é solidão, O destino não repara O vazio da minha mão! A estrada apaga o rastro que deixei, Mas não a culpa que ainda carrego. Nas frases soltas que não te falei, Ecoa o silêncio que eu não nego. Sigo essa rota sem saber o fim, Perdendo a paz pra ter você em mim. Na neblina, o vento traz a sua voz... E eu corro contra o tempo pelo que sobrou de nós! Prisioneira da saudade, Vivo eterna provação, À procura da metade Que me falta ao coração! Sem você o mundo para, O horizonte é solidão, O destino não repara O vazio da minha mão! Sob os faróis da noite tão deserta, O horizonte o seu nome chamou. A cicatriz ainda está aberta. A estrada o nosso sonho levou... Prisioneira da saudade, Vivo eterna provação, À procura da metade Que me falta ao coração! Sem você o mundo para, O horizonte é solidão, O destino não repara O vazio da minha mão!