CAP-HISTORIAS GUINÉ-BISSAU ETNIA BALANTA

Os Balantas Segundo os dados arqueológicos acredita-se que os balantas emigraram para a Guiné-Bissau em pequenos grupos entre século X e XIV. Fazem parte do grupo litoral, divididos em Balanta K’ntoi, Balanta mané, Balanta Umké, Balanta kunanté, segundo o entrevistado, Sr. Albano Mendes afirma que esse grupo tem uma certa diferença na forma de articular a língua, uns falam mais rápido enquanto que os outros não, e certas palavras são diferentes. Atualmente encontram-se nas regiões sul e central do país, com a maioria da população, eles sempre povoaram em lugares que permite a prática de lavoura, o verdadeiro nome dos Balantas seria Brassá ou Brassé, o nome Balanta surgiu através da forma errada de pronunciar a palavra “abalanto” que significa aquele que está sempre em recusa na língua mandinga. Este facto aconteceu quando não conseguiram eslamizar os balantas no antigo império de Gabú. Hoje, é o único grupo étnico que não tem um líder, toda a decisão é tomada em conjunto pelos homens grandes( anciãos). Para chegar no patamar dos anciãos tem que passar por diversas etapas e um deles é o fanado( circuncisão). Esta é uma etnia poligâmica,aonde o homem pode ter quantas esposas preferir, e é incumbido a Dona casa dito primeira esposa escolher as outras, esta na maioria das vezes escolhe uma pessoa muito próxima como sobrinha por exemplo, para que esta venha a ficar no seu lugar caso lhe aconteça algo, exclarece o Sr. Albano. O Museólogo Albano Mendes acredita que alguns Balantas foram dados poderes especiais que explica o fato destes transformarem em lagarto.