Bate-Papo sobre Composição: Guinga
Terça-feira, 8 de setembro de 2020, às 17 horas. GUINGA Carlos Althier de Souza Lemos Escobar (Rio de Janeiro, 10 de junho de 1950), mais conhecido como Guinga, é um compositor, arranjador e violonista brasileiro. Como violonista atuou ao lado de vários artistas renomados como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, João Nogueira e Cartola. Teve várias de suas músicas gravadas por grandes nomes do cenário artístico nacional e internacional como Elis Regina, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Chico Buarque, Miúcha, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Fátima Guedes, Mônica Salmaso, Hamilton de Holanda, entre outros. É parceiro de Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Chico Buarque, Nei Lopes, Sérgio Natureza, Nelson Mota, Simone Guimarães, Francisco Bosco, Mauro Aguiar e Thiago Amud. “A música de Guinga é singular por muitos motivos. É, ao mesmo tempo, intuitiva e complexa. É extremamente original, mesmo estando amparada por inteiro na melhor tradição da canção brasileira. É intensamente emotiva em sua lírica seresteira e altamente cosmopolita em suas texturas arrojadas. É sofisticada nas harmonias e comunicativa na forma. Toda essa versatilidade decorre da personalidade musical inquieta de seu criador. Guinga é um conhecedor profundo da música popular brasileira, seja a dos anos 30 ou 40 (tantas vezes minimizadas por compositores da geração dele), seja a da segunda metade do século XX. Passeia com a mesma naturalidade pelo universo clássico, pela canção norte-americana e pelos grandes do jazz. Choro e modinha, baião e valsa, Villa e Jobim, Fauré e Scriabin, Gershwin e Ellington, Orlando Silva e Silvio Caldas – são muitas as referências que se encontram de forma instigante em uma obra que guarda muitos e produndos brasis, retrato para o futuro do que temos de melhor nestes princípios de século XXI”. Paulo Aragão. Discos gravados: 1. “Simples e Absurdo” (Velas, 1991) 2. “Delírio Carioca” (Velas, 1993) 3. “Cheio de Dedos” (Velas, 1996) 4. “Suíte Leopoldina” (Velas, 1999) 5. “Cine Baronesa” (Velas, 2001) 6. “Noturno Copacabana” (Velas, 2003) 7. “Graffiando o Vento” (2004) com Gabrielle Mirabassi 8. “Casa de Villa” (2007) 9. “Dialetto Carioca” (2007) 10. “Saudade do Cordão” (2009) com Paulo Sergio Santos 11. “Rasgando seda: Guinga e Quinteto Villa-Lobos” (2012) 12. “Francis e Guinga” (2013), com Francis Hime 13. “Roendopinho” (2014) 14. “Porto da madama” (2014) 15. “Roendopinho” (2015) 16. “Mar Afora” (2015), com Maria João 17. “Dobrando a carioca” (2016) 18. “Intimidade” (2017) com Stefania Tallini 19. “Canção da impermanência” (2017) 20. “Avenida Atlântica: Guinga e Quarteto Carlos Gomes” (2017) 21. “Passos e assovio: Guinga convida Gabriele Mirabassi” (2018) 22. “Japan Tour 2019 – Guinga, Mônica Salmaso, Teco Cardoso, Nailor Proveta” (2020) • "O Guinga me fez chorar. É algo como Villa-Lobos encontrando Cole Porter." - Sérgio Mendes • "Caras como o Guinga só aparecem a cada cem anos, temos que aproveitar isso." - Hermeto Paschoal • "Guinga, dos compositores vivos, é o melhor do mundo. Ele é excepcional." - Ed Motta • "There is a powerful and compelling emotion to Guinga's music, almost classical. This music needs a film." - Toots Thielemans • "A música de Guinga e Aldir Blanc desafia a voz de quem canta e emoção de quem escuta. E tem razão quem, então, conclui que o gênio se faz no cotidiano, onde, contra todas as evidências, o humano prova que a criação não tem limite." - Betinho • "Tive vontade de trocar o meu universo pelo dele." - Paco de Lucia • "Sua música não precisa de tradução. Ela me diz tudo o que ele quer dizer." - Michel Legrand • "O compositor e violonista Guinga é descrito como o maior compositor brasileiro vivo, à altura de Villa-Lobos, Antonio Carlos Jobim e Egberto Gismonti. Guinga é capaz de ultrapassar todos os limites." - Boris Rabinowitsch • "Guinga veio para ocupar o lugar vago de Tom Jobim. Deve ser considerado um dos grandes mestres da MPB contemporânea, o maior de sua geração. Ou o público e crítica se acostumam com ele e aprendem a admirá-lo ou perderão o trem da linha evolutiva." - Luís Antônio Giron • "Guinga é hoje, reconhecidamente, nosso mais importante compositor. A música de Guinga recupera a mais brasileira linhagem de nossa canção". - Mauro Dias #batepaposobrecomposicao #musicacontemporanea #pianocontemporaneo #escolademusicaufrj

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