Depois desse rolê, eu entendi algo assustador sobre o cérebro humano.

Não foi a velocidade que mais me marcou nesse rolê. Também não foi a distância. Depois de quase 60 quilômetros entre cidade, rodovia, praia e estradas secundárias, percebi algo muito mais interessante: em determinado momento, o monociclo simplesmente deixou de existir na minha consciência. Isso me levou a uma pergunta que vai muito além da mobilidade elétrica: Em que momento o cérebro passa a tratar uma máquina como parte do próprio corpo? Inspirado pelas pesquisas do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e pelas discussões atuais sobre interfaces cérebro-máquina e inteligência artificial, este vídeo é uma reflexão sobre tecnologia, neurociência e o futuro da evolução humana. Talvez a maior revolução tecnológica não seja criar máquinas inteligentes… Talvez seja entender como o cérebro humano aprende a incorporá-las. Se essa reflexão fez sentido para você, deixe sua opinião nos comentários. Quero saber: onde você acredita que termina o ser humano e começa a tecnologia? Inscreva-se para acompanhar os próximos rolês e reflexões sobre mobilidade, ciência, tecnologia e o futuro. #Monociclo #ElectricUnicycle #Neurociencia #MiguelNicolelis #Tecnologia #InteligenciaArtificial #Futuro #Mobilidade #EUC #Brain #Inovacao #Reflexao