Lucy Alves - Barreiras / Voo da Asa Branca / Raízes do Nordeste / Mulher de Gado (Medley - Ao Vivo)

“Barreiras / Voo da Asa Branca / Raízes do Nordeste / Mulher de Gado (Ao Vivo em João Pessoa)” reúne a força do forró, do piseiro e da música nordestina em um medley cheio de energia, memória e chão. Gravado ao vivo na Praia de Tambaú, em João Pessoa, o vídeo faz parte do audiovisual Lucy Alves Ao Vivo em João Pessoa, projeto que marca uma nova fase da artista e celebra sua conexão com a Paraíba, com o palco e com as raízes que atravessam sua trajetória. Com sanfona, dança, calor popular e a potência de um show ao vivo em sua terra natal, Lucy Alves transforma esse encontro de repertórios em uma celebração vibrante da cultura nordestina. Assista agora e se inscreva no canal para acompanhar os próximos lançamentos de Lucy Alves Ao Vivo em João Pessoa. #LucyAlves #aovivo [LETRAS] BARREIRAS Nosso amor foi marcado por barreiras Enfrentamos mil fronteiras em nome desse amor Lutamos juntos um pelo outro Eu de um lado, você do outro Ah, quase que te perdi Eu quase que enlouqueci Por causa desse amor Ah, tempestade de mentiras Queriam ver as nossas brigas Mas nada adiantou À noite, eu te olho ao meu lado Quando lembro do passado De tudo o que a gente passou Abraço, beijo teu corpo suado Em um sono tão profundo Que nem sonha que eu estou Lembrando de nós dois Lembrando desse amor Por você, faria tudo outra vez Lembrando de nós dois Lembrando desse amor Por você, faria tudo outra vez Lembrando de nós dois Lembrando desse amor Por você, faria tudo outra vez Lembrando de nós dois Lembrando desse amor Por você, faria tudo outra vez VÔO DA ASA BRANCA Peguei o voo da asa branca E tive quer partir Coração em pedaços Fingindo pra não desistir A vontade e coragem E tudo na contramão Deus sabe como deixei O meu pequeno sertão A saudade me invade Me fazendo lembrar Da minha liberdade De todos que eu deixei por lá Das vaquejadas e forró Eu via o Sol clarear Meu cantinho, minha casa Minha rede a balançar Mas, eu vou voltar, sei que vou voltar Que eu encontre sorrindo Quem ficou a chorar Mas, eu vou voltar, sei que vou voltar Que eu encontre sorrindo Quem ficou a chorar Eu me sinto um pássaro sem poder voar Ainda escuto ao longe o canto do sabiá Tudo é fantasia, ou pura ilusão Não há nada que faça Eu esquecer meu sertão Mas, eu vou voltar, sei que vou voltar Que eu encontre sorrindo Quem ficou a chorar Mas, eu vou voltar, sei que vou voltar Que eu encontre sorrindo Quem ficou a chorar RAIZES DO NORDESTE No meu sertão tem de tudo De bom que se possa imaginar Tem um sol clareando La onde canta o sabiá Tem a bondade nos olhos De um homem trabalhador Que usa chapéu de palha Com humildade, sim senhor Tem a bondade nos olhos De um homem trabalhador Que usa chapéu de palha Com humildade sim senhor No meu sertão xique-xique É a bandeira do nordeste Tem forró, vaquejada, xote Baião de leste a oeste Tem a bondade nos olhos De um homem trabalhador Que usa chapéu de palha Com humildade sim senhor Tem a bondade nos olhos De um homem trabalhador Que usa chapéu de palha Com humildade sim senhor Mas apague a lamparina Deixe o lampião Lampião de Virgulino Ninguém bole não Já pensou no reboliço Que aqui pode dar Se apagar o lampião A coisa vai mudar... Mas apague a lamparina Deixe o lampião Lampião de Virgulino Ninguém bole não Já pensou no reboliço Que aqui pode dar Se apagar o lampião A coisa vai mudar... MULHER DE GADO Eu vou contar minha história História de um grande amor Sou vaqueira, sou forte, mulher que tem valor Eu vivo de vaquejada, de botar gado no chão Mas vou falar de uma novilha Que pegou meu coração Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado Quando ela passa sorrindo Começo logo a tremer Meu sangue some nas veias Não sei o que vou fazer Veja até o meu cavalo Sabe dessa paixão Faz de tudo pra ver Pra lhe chamar atenção Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado É uma tremenda mulher De arrepiar coração Já não sei o que faço Pra segurar a paixão Trazê-la um dia pra mim Fico sonhando acordado Vaqueiro não desanima Mas ô mulher de gado Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado Ô, ô, ô, mulher de gado Deixa qualquer vaqueiro apaixonado [FICHA TÉCNICA Direção artística – Lucy Alves Direção musical – Lucy Alves Produção musical - Lucy Alves, Nicolas Rasta, Andre Victor, Flaubert Viana e Jubileu Filho Direção de vídeo – Jodele Larcher Produção executiva – Danielle Póvoas e Victor Hugo Araújo Gravadora / Distribuição – The Orchard Comunicação e Marketing - Moving Assessoria de Imprensa e PR - Lupa Comunicação [ACOMPANHE LUCY ALVES] Instagram:   / lucyalves   TikTok:   / lucyalvesofc   Twitter/X: https://x.com/LucyAlves Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/arti...