Vertigem

Mosaico é um álbum sobre tudo aquilo que nos constrói. Cada música representa um fragmento da experiência humana: memórias, amores, perdas, medos, esperança, rupturas e recomeços. Separadas, são histórias. Juntas, formam um retrato de quem somos. Nenhuma peça explica a outra. Mas, quando todas se encontram, revelam um desenho maior. Lyric: Uma obra em vertigem Banha luz de origem Feita toda em argila... Se desfez em cada instante... É o que se diz aí... Nesse vai ou então fica Discussões e mais intrigas Sem remorso ou vontade [Verse 2 ] O sorriso morno no encarte, Na revista do jornal em agosto, Que faz mal (faz tanto sim) Primeira folha, na estampa Emoldurada uma foto, um casal Sem sal nem gosto e um título borrado Que dizia " tanto quis, mas já não tanto faz" [Pre-Chorus ] No asfalto tantos pisam E por aí... Se vai. Multidão de nada Não se povoa [Chorus ] Que o amor morra Mesmo que doa... Doar também dói [Verse 3 ] ligam num segundo buscando um lampejo Algo que sinta um pouco mais seguro As respostas sem mensagem É o pior sinal profundo O mundo sabe como é (e nem ligam) [Pre-Chorus] um sonho que padece Não vinga nem cresce Não blinda brando pranto Não finda meio enquanto Sustento amargo canto Migalhas do vento pouco [Bridge ] Queda-livre apressa alma Sussurros e assobios É denso mar ciano Três metros pra afundar Sem ar, nem lar [Outro] Teu veneno... Meu remédio... Outra vez, saudade Sem saúde, te tomo para mim (Uuú-uuû-uuuh...)