CHAMADO DE CTHULHU: AS REGRAS (Origens do RPG de Mesa)

No episódio anterior a gente falou do começo de Call of Cthulhu e como era a caixa original do jogo que se tornou um clássico de RPG de Mesa de terror. Depois de termos passados pelos itens da caixa da primeira edição, chegou a hora de olhar mais de perto o principal deles: o livro de 96 páginas que dá nome ao jogo Call of Cthulhu (O chamado de Cthulhu) O livro já começa falando sobre o próposito do jogo. Onde a maioria dos jogadores vão ser investigadores do desconhecido e um será o Keeper of arcane lore, o Guardião do conhecimento arcano, ou só Keeper e Guardião para os mais íntimos. Falando especificamente para o guardião, o livro de cara aconselha a pegar algumas obras do lovecraft para se familiarizar e traz uma lista de materiais. Faz todo sentido, pq vc iria precisar deste conhecimento para criar e conduzir as sessões. Hoje em dia, é um bom conselho. Mas acho que de 1981 pra cá a gente tem tantos exemplos de obras cthulhescas no cinema, séries, videogames… que a pessoa não precisa necessariamente ter lido os livros pra poder começar a narrar Call of Cthulhu. Em Call of Cthulhu os personagens tem 9 atributos básicos. Um detalhe aqui é que na versão original eles são chamados de characteristics, ou que poderia ter sido traduzido como caractarísticas. Mas como o jogo chega aqui com o termo “atributo” já cristalizado, acho q eles devem ter optado por esse caminho. Os 7 do BRP tradicional (força, constituição, tamanho, inteligência, poder, destreza e aparência) e 2 introduzidos em CoC (educação e sanidade) Como os investigadores são insipirados na obra do HP Lovecraft, o livro traz algumas opções de profissões pros jogadoes escolherem, como: jornalista, parapsicólogo, professor, historiador, autor, detetive particular, diletante e outros como médico, advogado…