Orgulho cabo-verdiano rompe periferias de Lisboa após Mundial

A estreia de Cabo Verde no Mundial de futebol deu palco a um país insular, que até então sobrevivia a reboque do turismo. Depois da prestação dos Tubarões Azuis, a procura por voos ou férias em Cabo Verde disparou, mas a dimensão da visibilidade do país vai muito mais além. Uma rua com o nome de Vozinha, o guarda-redes sem clube que brilhou na competição, é só o início de uma nova página para Cabo Verde. Com uma diáspora superior ao número de habitantes no próprio país, os cabo-verdianos vivem espalhados pelo Mundo, sobretudo na Europa. Em Portugal são em grande número e concentram-se sobretudo na capital, com uma forte presença no bairro da Cova da Moura. A s_cities entrou na comunidade, na Amadora e na Trafaria, em Almada, para reviver o “vulcão” de emissões do Mundial de 2026.