10 Tragédias Terríveis no Ama Dablam

Capítulos: 0:00 — Ama Dablam, 2006: um serac soterrou o Acampamento 3 (6 mortos) 10:56 — Valery Rozov, 2017: o salto do cume que foi o último 21:33 — Lakpa Tundu, 2016: o terremoto soltou o gelo 33:06 — Fraser e Harris, 1959: desapareceram perto do cume 44:01 — Mingma Wangdi, 2022: morto pelas próprias cordas fixas 54:40 — Igolkin e Ivanovsky, 2014: o edema pulmonar levou os dois 1:05:37 — Michael Davis, 2018: a queda de pedras cortou a corda 1:17:16 — Jean-Marc Morschel, 2022: morreu ao lado do helicóptero de resgate 1:28:06 — Murad Ashurly, 2014: a corda arrebentou a 300 metros 1:39:51 — Steven Beam, 2018: o instrutor não sobreviveu à descida O Ama Dablam é conhecido como a montanha mais bonita do Himalaia, a joia da região do Everest. Mas por trás de sua silhueta perfeita está um dos picos mais perigosos do Nepal: terreno técnico, seracs suspensos sobre os acampamentos, cordas fixas e uma altitude que não perdoa erros. E a maioria das mortes acontece na descida, justamente quando os alpinistas acreditam que já conseguiram. Neste documentário reunimos 10 histórias reais de tragédia em suas encostas: o colapso de um enorme serac que soterrou um acampamento inteiro com seis pessoas, um lendário praticante de BASE jump que não sobreviveu ao salto do cume, um terremoto que lançou gelo sobre uma cordada, cordas fixas rompidas, edema pulmonar de altitude e dois alpinistas que desapareceram sem deixar vestígios em 1959. Dez nomes, uma única montanha. Cada capítulo mostra como o pico mais elegante do mundo levou aqueles que sonhavam em conquistá-lo.