A história do "Textus Receptus": Erasmo, Stephanus, Beza e os irmãos Elzevir # 4
Quarto vídeo da série sobre crítica textual, tratando sobre a história do "Textus Receptus": Erasmo, Stephanus, Beza e os irmãos Elzevir. A primeira edição impressa publicada do Novo Testamento grego foi o "Novum Instrumentum Omne", de Erasmo de Roterdã. Isso aconteceu em 1516 e, o que se diz, e que Erasmo estava numa espécie de competição com a Bíblia Poliglota Complutense, para ver quem publicava o texto do Novo Testamento mais rápido. O próprio Erasmo, algum tempo depois, reconheceu que o texto da sua primeira edição foi "mais precipitado do que editado". Ao longo dos anos, ele foi promovendo algumas correções nas edições subsequentes. O texto de Erasmo serviu de base para o texto publicado, posteriormente, por Robert Estienne (Stephanus), e o de Stephanus, para o de Teodoro de Beza. O texto editado por Beza foi a base do texto editado pelos irmãos Elzevir. A segunda edição, dos irmãos Elzevir, foi chamada de "Textus Receptus" (Texto Recebido). Assim, o trabalho de Erasmo foi a base das edições impressas do Novo Testamento e das traduções por cerca de quatrocentos anos. Acontece que o Erasmo utilizou uma meia dúzia de manuscritos, dos Séculos XII e XIII, e todos do tipo bizantino. Por isso é que, no vídeo anterior, mencionou-se que o "Textus Receptus" tem apenas 2% de diferença para o Texto Majoritário, ou para o Texto da Família 35. Agora, se voltarmos a pensar nas ideias de "inspiração" e "preservação" do texto do Novo Testamento, temos o seguinte: crer que o "Textus Receptus" traz a redação original do Novo Testamento é crer que Deus, por sua providência, teria preservado o texto naquela meia dúzia de manuscritos utilizados pelo Erasmo. A partir daí, nós temos dois caminhos. Ou vamos para a teoria do Texto Majoritário, e dentro dela chegamos à Família 35, ou vamos para a teoria eclética, que foi a opção da academia, da maioria dos estudiosos. Para começar a enfrentar essas duas teorias, o próximo vídeo tratará sobre a seguinte pergunta: "os manuscritos mais antigos são necessariamente melhores?" Assista também: Crítica Textual, Novo Testamento Majoritário e Família 35 (Wilbur N. Pickering) # 1 • Crítica Textual, Novo Testamento Majoritár... Novo Testamento: INSPIRADO e PRESERVADO # 2 http://bit.ly/Inspirado_e_Preservado Guia prático para as traduções do Novo Testamento # 3 http://bit.ly/GuiaNT A “teologia é como um mapa” (C.S. Lewis) • "A teologia é como um mapa" (C.S. Lewis) GÁLATAS. Introdução: o Evangelho do Cristo X um evangelho diferente • GÁLATAS. Introdução: o Evangelho do Cristo... Pastas do google drive: Traduções https://drive.google.com/drive/u/2/fo... Comentários https://drive.google.com/open?id=0B5Z... Teodidatas no facebook: / teodidatas / carloserxavier

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A HISTÓRIA DO CÂNON BÍBLICO – História do Cristianismo 02 ✝

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TEXTO RECEPTUS ou TEXTO MAJORITÁRIO? [Crítica Textual - Aula 04]

Diferenças entre textus receptus (texto recebido) e o texto majoritário

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