La Gloire de Mon Père | Textos Clássicos em Francês #16

🇫🇷 Salut! Na aula de hoje vamos ver um trecho de uma das obras que eu acho mais fascinantes em francês: “La Gloire de Mon Père”, onde o autor traz momentos da infância e retrata cenas do sul da França. Aqui você vai trabalhar o vocabulário e ser incentivado a estudar francês através da literatura. Acompanhe a leitura junto com a tradução linha a linha! ➡️ Je vous invite à découvrir l'artiste Marcel Pagnol :    • MARCEL ET MONSIEUR PAGNOL Bande Annonce (2...   ➡️ Voici quelques extraits de quelques-uns de ses films :    • Le château de ma mère - extrait - Telle es...      • Les meilleurs moments - La Gloire de mon Père   ➡️ Et le livre : https://ddotb.wordpress.com/wp-conten... 👉🏻📖 Aulas com Textos Clássicos em Francês:    • Textos Clássicos em Francês!   👉🏻🎵 Aulas de Francês com Música:    • Francês com Música!   👉🏻🔠 Aulas de Pronúncia (letra por letra):    • Como ler as letras em francês   ⭐️ Quer aprender francês do zero e falar com confiança? Participe da comunidade e seja meu aluno: https://www.skool.com/do-zero-ao-fran... 🇫🇷 La Gloire de Mon Père Un beau soir du mois d'avril, je rentrais de l'école avec mon père et Paul. C'était un mercredi, le plus beau jour de la semaine, car nos jours ne sont beaux que par leur lendemain. Tout en marchant le long du trottoir de la rue Tivoli, mon père me dit : — Crapaud, j'aurai besoin de toi demain matin. — Pour quoi faire ? — Tu le verras bien. C'est une surprise. — Moi aussi, tu as besoin de moi ? demanda Paul, inquiet. — Bien sûr, dit mon père. Mais Marcel viendra avec moi, et toi tu resteras à la maison, pour surveiller la femme de ménage, qui va balayer la cave. C'est très important. — Moi, d'habitude, dit Paul, j'ai peur d'aller dans la cave. Mais avec la femme de ménage, je n'aurai pas peur. Le lendemain, vers huit heures, mon père vint me réveiller, en imitant une sonnerie de clairon, puis il rejeta mes couvertures au pied de mon lit. 🇧🇷 A Glória do Meu Pai Uma bela noite do mês de abril, eu voltava da escola com meu pai e Paul. Era uma quarta-feira, o mais belo dia da semana, pois nossos dias só são belos por causa do dia seguinte. Enquanto caminhávamos pela calçada da rua Tivoli, meu pai me disse: — Sapo, vou precisar de você amanhã de manhã. — Para quê? — Você verá. É uma surpresa. — Você também precisa de mim? perguntou Paul, inquieto. — Claro, disse meu pai. Mas Marcel virá comigo, e você ficará em casa, para vigiar a empregada, que vai varrer o porão. Isso é muito importante. — Eu normalmente, disse Paul, tenho medo de ir ao porão. Mas com a empregada, não terei medo. No dia seguinte, por volta das oito horas, meu pai veio me acordar, imitando o toque de um clarim e depois lançou minhas cobertas aos pés da cama.