O bar mitzvah do único brasileiro sobrevivente do Holocausto

Apesar do atraso de 78 anos, a cerimônia de bar mitzvah de Andor Stern seguiu todas as tradições: leitura pública da Torá, xale sobre os ombros e a fita sagrada tefilin sendo enrolada no antebraço, cobrindo os dígitos 169S8. A tatuagem não deixa dúvida dos 13 meses que Andor passou como prisioneiro do campo de concentração de Auschwitz, em 1944. No ano seguinte, os prisioneiros foram libertados por soldados aliados; Andor estava com 17 anos e pesava 28 quilos. Assine a TVFolha https://goo.gl/EBg4ag Instagram   / folhadespaulo