Azathoth: Um Sonho do Criador | Nonody Songs

#music #musica #músicageek Contato: ∞ Email: [email protected] ∞ Instagram: @nonody.songs Letra, história narrativa e edição feitas por mim. Voz e ritmo foram gerados com auxílio de Inteligência Artificial LETRA: No centro do cosmo eu durmo, imóvel no vazio Cego… estúpido… perdido em meu próprio frio Condenado ao sono eterno no trono primordial Mas quando meus olhos abrirem… O fim será total Sou o deus que sonhou um universo inteiro Um cosmos nascido de um delírio verdadeiro Flautas demoníacas cantam no paraíso profano Enquanto deuses exteriores dançam em meu engano Eles tocam… tocam… para manter meu sono profundo Mas eu juro pelo nada que sustenta este mundo Quando eu despertar da escuridão abissal Nem tempo, nem espaço… restará afinal Mesmo dormindo meu caos prevalece Guerras e pragas, o mundo adoece Fome, ruína, sangue no chão Tudo pulsa na mesma canção Olhe ao redor, morte em ascensão Corpos caindo na escuridão Seja na Terra ou no núcleo do cosmo O caos governa… absoluto Nyarlathotep, meu mensageiro sombrio Caminhe entre eles, espalhe o vazio Sussurre mentiras, corrompa a razão Dobre civilizações na palma da mão E você, Yog-Sothoth, guardião do saber Abra os portões que ninguém pode ver Seja minha mente, meu olho, meu trono Enquanto o universo continua em meu sono. Em um sonho eu existo Como fera acorrentada Quando o maestro silenciar as flautas Toda criação será devorada Mesmo dormindo meu caos prevalece Humanos cegos, ninguém percebe Profetas falsos vendendo salvação Reis de mentira governam a nação Sobrenomes brilhando no topo do poder Glória vazia que insiste em morrer Um teatro de luz numa realidade fria Construída dentro da minha agonia A realidade tem gosto de chocolate amargo Para mim não significa nada, para vocês é sagrado Sorrisos… prazer… alegria banal Sentimentos estranhos demais para um deus primordial Será que um dia eu poderia sorrir? Ou seria outra ilusão que inventei ao dormir? Meus próprios sonhos parecem distantes Pensar… não faz parte dos deuses ignorantes Mas há algo que ainda me dá prazer O caos crescendo sem ninguém perceber Mesmo dormindo meu caos prevalece Anseio pelo dia em que tudo perece A ordem eu rasgo, a existência eu bebo Do caos eterno eu me alimento Quando os astros finalmente caírem E as flautas infernais se calarem O universo que eu sonhei… Será o túmulo onde eu despertarei