Luizinho 7 Cordas - Ingênuo(Pixinguinha) | TBT do Violão

Estreando nossa nova playlist TBT do Violão, o mestre Luizinho 7 Cordas acompanha lindamente a obra prima de Pixinguinha, Ingênuo, em uma verdadeira aula. ➡ Aumente seu repertório de Choros e Baixarias: https://cadernosdechoro.ideiasmusicad... ➡ Descubra o mapa das sequências Harmônicas mais usadas na Música Brasileira: https://caminhosharmonicos.ideiasmusi... ➡ AULA GRÁTIS | 7 introduções em 7 Cordas - Fundo de quintal : https://bit.ly/7intro7cordasFDQ LUIZINHO 7 CORDAS Nascido com o nome de Luiz Araújo Amorim, em Marília, no interior de São Paulo, em 1946, Luizinho é considerado um dos maiores violonistas de 7 cordas do Brasil. Aos seis anos de idade já tocava algumas músicas no cavaquinho, ensinado por seu pai, Braulio, que tinha um conjunto regional chamado Estrela de Ouro. Logo passou para o violão, no qual demonstrou grande habilidade, passando a seguir ao violão de 7 cordas por influência do violonista Maurício Moura, irmão do cantor Maurici Moura, que foi seu professor. Logo integrou o regional do bandolinista Dadinho, em Santos e, depois, o de Evandro do Bandolim, em São Paulo, com quem gravou vários discos. Acompanhou um grande número de artistas famosos, como Demônios da Garoa, Nelson Gonçalves, Silvio Caldas, Ângela Maria, Cartola, Clara Nunes, Beth Carvalho, Elisete Cardoso, entre vários outros. Luizinho 7 Cordas mora em São Paulo, onde se apresenta, grava, faz produção musical e arranjos e dá aulas, apoiando grupos como o Quinteto em Branco e Preto e o regional Naquele Tempo. PIXINGUINHA Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha, foi um maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro. Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira. Contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva. Pixinguinha era filho do músico Alfredo da Rocha Vianna, funcionário dos correios, flautista e que possuía uma grande coleção de partituras de choros antigos. Aprendeu música em casa, fazendo parte de uma família com vários irmãos músicos, entre eles o China (Otávio Vianna). Foi ele quem obteve o primeiro emprego para o garoto, que começou a atuar em 1912 em cabarés da Lapa e depois substituiu o flautista titular na orquestra da sala de projeção do Cine Rio Branco. Nos anos seguintes continuou atuando em salas de cinema, ranchos carnavalescos, casas noturnas e no teatro de revista. Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1930 foi contratado como arranjador pela gravadora RCA Victor, criando arranjos celebrizados na voz de cantores como Francisco Alves ou Mário Reis. No fim da década foi substituído na função por Radamés Gnattali. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram registradas em parceria com o líder do conjunto, mas hoje se sabe que Benedito Lacerda não era o compositor, mas pagava pelas parcerias. Quando compôs "Carinhoso", entre 1916 e 1917 e "Lamentos" em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, "Carinhoso" na época não foi considerado choro, e sim uma polca.Outras composições, entre centenas, são "Rosa", "Vou vivendo", "Lamentos", "1 x 0", "Naquele tempo" e "Sofres porque Queres". Pixinguinha passou os últimos anos de sua vida em Ramos, bairro que adorava, e morreu na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, quando seria padrinho em uma cerimônia de batismo. Foi enterrado no Cemitério de Inhaúma.