BLAME! Habitar, Anular, Substituir: As Três Faces da Megaestrutura.

Por que certos espaços nos fazem sentir que não pertencemos a eles? E se a arquitetura não fosse apenas cenário, mas um personagem — silencioso, opressivo, eterno? Em Blame!, de Tsutomu Nihei, a Megaestrutura não é o lugar onde a história acontece: ela é a história. Neste ensaio visual, exploramos a cidade como entidade viva, suas raízes na arquitetura real (Kowloon Walled City, Metabolismo Japonês, Brutalismo, arquitetura hostil) e seu diálogo com a filosofia de Heidegger, Marc Augé e Baudrillard. Uma jornada pelos corredores infinitos que já começaram a nos cercar. 0:00 Abertura 2:53 NÍVEL 1 — O ARQUITETO DO APOCALIPSE 4:14 NÍVEL 2 — O DNA DA MEGAESTRUTURA 8:52 NÍVEL 3 — FRIEZA URBANA: A SEMENTE NO NOSSO QUINTAL 11:15 NÍVEL 4 — A MEDIDA DO CORPO 14:18 NÍVEL 5 — A MEMÓRIA DO ESQUECIMENTO 16:28 NÍVEL 6 — AS TRÊS FACES DA MEGAESTRUTURA 21:40 CLÍMAX — O SILÊNCIO DO PERSONAGEM 23:15 CONCLUSÃO — O ESPELHO NO FIM DO CORREDOR 📺 Se inscreva no Dissidência Pop para mais análises de animes, mangás e cultura pop japonesa. Toda quarta-feira, um vídeo novo. 🧵 Me siga no Twitter/X: @DissidenciaPop ✉️ Contato: [email protected] #Blame! #Arquitetura #Filosofia #DissidênciaPop #Antropoceno #Heidegger #Baudrillard #NãoLugar #Brutalismo #Kowloon #TsutomuNihei