DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE ESCLEROSE MÚLTIPLA E LESÕES VASCULARES
A frase focos de sinal hiperintenso em T2 e FLAIR esparsos na substância branca periventricular podendo representar gliose/desmielinização é bastante frustrante. Gera inconclusão no laudo e engloba entidades patológicas completamente distintas. Pode deixar o médico assistente em dívida sobre o que pesquisar, deixa o paciente com receio de ter uma doença grave e por vezes algum tratamento inapropriado pode ser iniciado. Para evitar esse tipo de situação, o ideal é que sejamos bem objetivos no laudo e que seja possível estabelecer as diferenças entre o padrão de esclerose múltipla na ressonância magnética do crânio e o padrão das doenças vasculares. Algumas doenças, como a de pequenos vasos, classicamente acomete mais idosos, mas mesmo assim pode gerar dúvidas em quem observa as imagens. No entanto, as vasculites são doenças que podem acometer a mesma faixa etária e com sintomas neurológicos semelhantes. Portanto, diferenciar uma vasculite relacionada a uma doença auto-imune e a esclerose múltipla é crucial. Neste vídeo vamos ver quais as principais sequências de ressonância magnética devemos olhar para fazer essa diferenciação, além disso falaremos sobre o real padrão das lesões característico de cada doença. O vídeo acima e todos os outros do meu canal vai ajudar você a entender os diversos temas que norteiam o universo da Neurorradiologia! Meu objetivo aqui no canal é ajudar os profissionais da área em se atualizar nos assuntos mais urgentes da rotina com os pacientes. O conteúdo ajudou você? Mostre pra mim dando um like e se quiser faça seu elogio ou pergunta nos comentários 😄 Além disso, quer investir na sua bagagem de conhecimento com o poder do diagnóstico radiológico? Então saia do zero ao diagnóstico final de forma orientada, correta e segura no Curso Princípios da Ressonância Magnética https://makadu.live/fernanda-rueda-cu...

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