#Pastoril - #Luz do Amanhecer - #recife

Grupo Cultural #"Luz do Amanhecer" (Fundado no Ano 2004 por: Zelma dos Santos e suas primeiras pastoras sendo: Mayara, Ohana e Eduarda) Para entreter crianças e adolescentes de uma comunidade carente e de pouca cultura foi criado um evento para celebrar o São João. O evento deu certo, então surgiu a ideia para celebrar o Natal e demos início ao Pastoril, após quatro anos de grupo recebemos um convite de um grupo Carnavalesco que estariam precisando de passistas, mais nossas garotas não sabiam nada de Frevo, o grupo se disponibilizou a nos ajudar na capacitação das meninas, batalhamos muito e, deu certo. Decidimos então que o grupo teria as duais funções, apresentações de Frevo e Pastoril. Se convidado para qualquer evento fora de época, o grupo encontra-se a disposição. O grupo não conta com apoio de nenhum órgão público ou privado, mas tem o apoio da comunidade e do próprio grupo, que faz empréstimos para comprar acessórios e vestuários para manutenção do grupo. Nós que formamos o Grupo Cultural Luz do Amanhecer Agradecemos por tudo. HISTÓRIA do PASTORIL O Pastoril é uma encenação folclórica, que está entre as quatro grandes manifestações populares do Nordeste. Trata-se de uma representação profana da Natividade (Natal, nascimento de Jesus). ORIGEM A origem do Pastoril está também vinculada aquele teatro religioso semipopular ibérico, já que tanto na Espanha quanto em Portugal, as datas católicas se transformaram em festas eclesiásticas e, em simultâneo, em festa popular. Segundo diversos autores, desde tempos muito antigos até o final do século XVI, são representadas peças de um ato relativas ao Natal, Reis, Páscoa, etc., numa mistura de elementos pastorais e alegóricos, de bailados, textos e canções. O PASTORIL EM PERNAMBUCO É curioso observar que nos séculos XVII e XVIII, os estudiosos não encontram referências importantes sobre o pastoril na Colônia, mas já no século XIX, concordam que houve abundância dos bailes pastoris, principalmente no Nordeste e notadamente, em Pernambuco e na Bahia, com publicações de textos, a exemplo de Sylvio Romero e Pereira da Costa. Aonde jovens vestidos como pastorezinhos e pastorinhas cantam músicas em louvor a Nosso Senhor. São divididos em dois cordões, o azul e o encarnado, o que acaba gerando uma disputa de cores entre os partidos de cada cordão. Encontramos também no Pastoril personagens alheios à real história do Natal, para enriquecer a encenação e divertir o povo. São eles a Diana, que representa as duas cores, o Pastor, o Anjo, Luzbel (que é, na verdade o Demônio), a Borboleta, a Camponesa e a Cigana. AS PERSONAGENS A Mestra, a Contramestra, Diana, a Camponesa, Belo Anjo, a Cigana e as simples pastoras. Dois partidos vestidos de cores diferentes, dois cordões disputam as honras de louvar Jesus Menino. Fonte: https://grupocuturalluzdoamanhecer.bl... https://www.shutterstock.com/g/PHOENI...