Amália Rodrigues e Teresa Tarouca - Avé Maria Fadista e Passeio à Mouraria
Uma das muitas coisas que gosto no Fado é a forma como sagrado e profano se entrecruzam. Como a barreira entre os dois praticamente não existe. Como o sagrado se torna profano e profano sagrado. Aqui ficam dois exemplos que acho maravilhosos. One of the many things I like to Fado is how sacred and profane are intertwined. As the barrier between the two are virtually nonexistent. As the sacred becomes profane and the sacred profane. Here are two examples that I find wonderful. Une des nombreuses choses que je tiens à le Fado est la manière dont sacré et le profane sont intimement liés. Comme la barrière entre les deux sont pratiquement inexistants. Comme le sacré devient profane et le profane sacré. Voici deux exemples que je trouve merveilleux. Una de las muchas cosas que me gusta el fado es como sagrado y lo profano se entrelazan. A medida que la barrera entre los dos son prácticamente inexistentes. Como lo sagrado se convierte en lo profano y lo sagrado lo profano. He aquí dos ejemplos que me parece maravilloso.

Seis Fados de Tereza Tarouca

A SAUDADE DE DEUS: Treze Fados de Fé e Espiritualidade — Guitarra Portuguesa de Lisboa (Anos 50)

Amália Rodrigues vol 05 - fado português, grito, alfama, gaivota, maria lisboa, coimbra... (letra)

Paris Nights In Sepia | 1960s French Chanson 🎵 Warm Vinyl, Gentle Strings & Faded Memories

Cuca Roseta - Ave Maria Fadista (ao vivo em Alfama)

"Ou o soltam, ou eu nunca mais canto!" Como Amália Rodrigues humilhou a PIDE (1966)

Teresa Tarouca - Passeio À Mouraria

O DESTINO, O MAR E A SAUDADE: Treze Fados da Alma Lusa — Guitarra Portuguesa de Lisboa (Anos 50)

A "Gaivota" de Amália Rodrigues - Carolina Ligeiro

Isabelinha "Passeio à Mouraria"

Fado Português: Saudades de Ti 🌹 3 Hours of Beautiful Traditional Portuguese Music

Vintage Paris Café Music ☕🎶 Romance • French Chanson • 1960s 🇫🇷

Mariza and the Story of Fado (Full Documentary)

Povo que lavas no rio

O ÁLBUM PERDIDO: Top 10 Fados de Ouro (Lisboa Anos 50) – Relíquias da Saudade

Dulce Pontes "Meu Amor sem Aranjuez"

