Brincadeiras ou cursos?

“Não se fazem mais crianças como no meu tempo”, é comum ouvirmos por aí. O fato é que com as mudancas de nossos costumes, temos visto as crianças brincarem menos. E ainda, muitas estão sobrecarregadas com atividades curriculares impostas pelos responsáveis. Apesar disso, já está bem claro o papel do brincar na infância. Não é um mero passatempo, mas funciona como um catalisador importante do desenvolvimento da criança: autonomia, resolução de problemas e autoestima, são algumas das características envolvidas no processo. Por outro lado, as atividades curriculares ou extracurriculares, incluindo os esportes, aulas de línguas e afins, também podem ser aliados importantes, se obedecidas as recomendações, de acordo com a idade da criança. Sendo assim, como equilibrar essa balança? Será que um é mais importante que o outro? Vale a pena encher o horário da criança com atividades ou o ideal será deixá-la livre para brincar?