PEDRO DE FREITAS BRANCO l ERNESTO HALFFTER l RAPSÓDIA PORTUGUESA l PIANO & ORQUESTRA
RAPSÓDIA PORTUGUESA PARA PIANO E ORQUESTRA (1937-1939) - ERNESTO HALFFTER Marie Antoniette Leveque Freitas Branco, Piano Pedro de Freitas Branco, Conductor Orquestra Sinfónica Nacional Gravação de 5ª feira, dia 11 de Novembro de 1954, efectuada pelos Serviços Técnicos da Emissora Nacional, no Instituto Superior Técnico, um excerto do Concerto Sinfónico da Emissora Nacional, organizado por Belo Marques, então Violoncelo Acessório e Director de Ensaios da Orquestra Sinfónica Nacional, dedicado a D. Elisa Baptista de Sousa Pedroso, conceituada pianista, promotora e musicóloga, e transmitido ás 21 e 30, no Programa A da Emissora Nacional, a seguir a um programa de Música de Piano, e antes da junção dos emissores. Aqui, escutamos a pianista Marie Antoniette Levéque Freitas Branco, acompanhada pela Orquestra Sinfónica Nacional da Emissora Nacional de Radiodifusão, sob a direcção do maestro Pedro de Freitas Branco, na interpretação da Rapsódia Portuguesa para Piano e Orquestra, do compositor espanhol Ernesto Halffter. Concebida entre 1937 e 1939, durante a Guerra Civil de Espanha e o triunfo de Franco, foi dedicada ao compositor Maurice Ravel, e delineada propositadamente para a Orquestra Sinfónica Nacional e para o pianista António Melo, obtendo a seguinte instrumentação: 1º e 2º Clarinete / 1º e 2º Fagote / 1º e 2º Flautas / 1º e 2º Oboé / 1º e 2º Trombeta / 1º e 2º Trombone / 1º e 2º Trompa / 1º Harpa / 1º Violino / 2º Harpa / 2º Trombeta / 2º Violino / 3.º Trombone e Tuba / 3ª e 4ª Trompa / 3º Flauta e Flautim / Alto / Bateria / Contrabaixo / Contrafagote / Corne inglês / Partitura / Piano / Tímpanos / Tuba / Violoncelo. Fruto da sua imensa curiosidade sobre a nossa música folclórica, esta obra é considerada como a prova mais marcante da sua lusofilia musical, e considerada por Lopes-Graça, amigo de António Melo, como uma obra exemplar, dado a que, «pelo facto de se inspirar no folclore, não cai no pitoresco fácil e superficial (conseguindo) sem habilidades pedantes, uma unidade e uma lógica rigorosas", encerrando "uma lição que muito pode contribuir para a resolução do problema da criação erudita portuguesa", esta magnífica Rapsódia tornou-se uma das peças mais significativas da música espanhola contemporânea. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Imagem: Tabuleiro de xadrez - 1962 l Helena Vieira da Silva (1908-1992) --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ O registo sonoro e as notas explicativas foram gentilmente cedidos por Miguel Catarino, a partir do qual foi feito o vídeo e publicado neste canal.

LUÍS DE FREITAS BRANCO l STRING QUARTET (1911)

Os paraisos artificiais (Artificial Paradises)

A.Piazzolla - "Libertango" (Либертанго - А.Пьяццолла)

Luís de Freitas Branco - "Suite Alentejana No. 1" disco "Orchestral Works 1" (2008)

When A Baby And A Crow Understand Each Other ❤️🐦⬛ Cutest Moment Ever

At 67, John McEnroe Reveals His 6 Toughest Rivals Ever

Happy Morning Classical Music | 20 Bright Classics for Positive Energy, Focus & Study

Bach: Partita for keyboard No. 2 | Martha Argerich, piano

Unbelievable Workers | Working with Talented Engineers #46 #fail #adamrose #smartworkers

Morning in Paris | Soft Vintage French Chanson

Amadeus (1984): 10 Surprising Facts About the Film

Victor Borge - Command Performance (1986)

Maurice Ravel - Miroirs

LUÍS DE FREITAS BRANCO l 10 MADRIGAIS CAMONIANOS

Unbelievable Smart Worker & Hilarious Fails | Construction Compilation #7 #adamrose #smartworkers

😱 You Must See This! Rare Animal Incidents Caught on Camera / Best of 2026

BOMTEMPO l PIANO CONCERTO No 3 in G minor l Op.7

The Most Beautiful 11 Emotional Adagio Violin & Piano Pieces | Relaxing Music for Night

RICHARD WAGNER l WESENDONCK LIEDER (1858)

