Valesca: "Feminista desde que nasci" | A Erika Pod #3

Valesca Popozuda conta a história que poucos sabem: a mãe encontrada num lixão, a infância num porão sem água, a gravidez aos 19 anos trabalhando como figurante na Globo, e como tudo isso virou o combustível de uma das carreiras mais icônicas do funk brasileiro. Num papo sem filtro com Erika Hilton, ela fala sobre violência doméstica, o dia que foi descoberta num posto de gasolina, os bastidores da Gaiola das Popozudas, o machismo que enfrentou dentro do próprio funk e por que diz que é feminista desde que nasceu. A Erika Pod — toda segunda-feira às 7h no YouTube e Spotify. 📸 Instagram: @aerikapod ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ⏱ NESTE EPISÓDIO: 0:00 — Abertura e apresentação 2:22 — A mãe de Valesca foi encontrada num lixão ao nascer 6:24 — O padrasto violento e a infância no porão 11:58 — Apesar de tudo, fui feliz 14:44 — A sapecagem da adolescência e o namoradinho de Caxias 18:50 — Quando o funk entrou na vida dela 19:57 — Figuração na Globo e o sonho de atuar 21:35 — A primeira cena na Globo (e a família toda na frente da TV) 23:40 — A descoberta da gravidez e o desespero 26:46 — A fala da mãe que mudou tudo 28:04 — Descoberta no posto de gasolina: o convite para a Gaiola 29:39 — Como surgiu a Gaiola das Popozudas 31:26 — Dormindo dentro da Gaiola no furgão a caminho de Santos 36:03 — O desastre do primeiro show como vocalista 38:52 — A primeira resposta feminista no funk 40:43 — A origem do hino "Agora Virei Puta" 42:41 — "Sou feminista desde que nasci" 43:55 — O machismo que sofreu dentro do próprio funk 45:20 — A estratégia de virar rainha de bateria pra entrar na TV 46:49 — "Beijinho no ombro" e a reinvenção da carreira 48:17 — A treta com as "mulheres frutas" do funk 51:17 — "Cheguei, mas quero ainda mais" 53:56 — O assalto no Barra Shopping e o bandido fã 59:00 — Encerramento e próximos projetos