Vivendo em casa de luxo, atravessador nega exploração dos coletores do açaí
Na cadeia produtiva do açaí, o atravessador é quem comercializa o fruto do açaí nas cidades. A atividade é lucrativa. Antoniel Miranda, um dos principais atravessadores de Igarapé-Miri (PA), maior produtor de açaí do mundo, vive em uma mansão à beira do Rio. Ele nega que os peconheiros - coletores do açaí - sejam explorados e diz que o trabalho infantil é cultural na região. Não é o que dizem os especialistas e o que mostram as imagens captadas pelo Câmera Record. Nosso Whatsapp: https://camerarecord.r7.com/whatsapp Inscreva-se no canal Câmera Record: http://r7.com/hYPI Assista às íntegras no PlayPlus: https://www.playplus.com Facebook: / camerarecord Instagram: / camerarecord Twitter: / recordtvoficial Site oficial: https://recordtv.r7.com/camera-record #CâmeraRecord #Açaí

Riqueza e exploração: relação de trabalho desigual marca a cadeia produtiva do açaí

Acai harvesters climb tree trunks without protection and face hunger.

SHE LIVED IN A 485 SQ FT APARTMENT AND NOW SHE MOVED TO THE COUNTRYSIDE

População da cidade que domina a produção de açaí no Brasil vive na pobreza

Special report reveals how the Comando Vermelho expanded its territory by invading Indigenous Land

HE IS 83 YEARS OLD AND LIVES ISOLATED IN THE JUNGLE WITHOUT POWER WITH HIS ANIMALS, GROWING HIS O...

Riverside life in Cametá, on the Mutuacá River, with roasted mapará and açaí harvest

Na capital mundial do açaí, trabalho infantil é realidade

Caminhos da Reportagem | Marajó além do cartão postal

Comunidade do sertão do Piauí vive 'apartheid' energético

Caso Berenice: Polícia prende empresária e investiga deslocamento de carro após desaparecimento

Trabalho exaustivo, salário ínfimo: a rotina degradante de um pescador de sururu em Alagoas

The Biggest PIZZERIA in Taboão da Serra | How the Operation Works to Make Over 1,000 Pizzas a Day

Homens ganham R$ 90 por tora de piaçaba feita

Fazendeiro é alvo do MPT por trabalho análogo à escravidão no Pará

Por que os franceses fazem isso com os brasileiros?

Caso Berenice: Entenda em que pé estão as investigações sobre o desaparecimento da cozinheira em SP

Na cadeia produtiva do sururu, mulheres trabalham até 15 horas por dia e ganham R$ 300 por mês

O trabalho escravo infantil na produção de castanhas de caju

